Na foto, ‘card’ anunciando o programa do sindicato dos servidores estatutários

A ‘live’ do Sindest desta terça-feira (15) não será de debate sobre um tema específico, com dois ou três convidados, como normalmente ocorre toda semana, sempre às 19 horas, pelo Facebook e Youtube.
Será um panfleto eletrônico, segundo seu presidente, Fábio Marcelo Pimentel, convocatório do protesto de sábado (19), às 16 horas, na Estação da Cidadania, esquina das avenidas Ana Costa e Francisco Glicério.
Sindest é o sindicato dos 12 mil servidores públicos municipais estatutários e 4 mil aposentados de Santos, cujas ‘lives’ vêm conquistando cada vez mais audiência dos públicos interno e externo.
A manifestação de sábado será sequência da que mobilizou 200 municípios, em 29 de maio, também um sábado, com participação de aproximadamente 400 mil pessoas, cerca de 3 mil em Santos.
“Desta vez”, diz o sindicalista, “esperamos o engajamento de mais de mil cidades e mais de um milhão de pessoas, pois está havendo uma organização muito mais efetiva que a de maio”.

Sete
participantes

Segundo Fábio, as intervenções dos sete participantes da ‘live’, contando com ele, serão rápidas e focadas na convocação do ato público. “Não será um debate entre contras e a favor. Todos serão a favor”.
As mulheres serão representadas por Solange Santana, coordenadora regional do sindicato estadual dos jornalistas, e Aline Cabral, presidente do centro dos estudantes de Santos (CES).
Os sindicalistas, pelo professor Carlos Riesco, coordenador da CUT (central única dos trabalhadores) na região, e pelos presidentes do Settaport e Sintraport, Chico do Setta (vereador PT) e Miro Machado.
O presidente do PCdoB de Santos, Thiago Andrade, o partido que tem mais influência no movimento estudantil, de enorme participação nos protestos, também participará do programa.

Centrais
presentes

As dez centrais sindicais em atividade estarão nos protestos: Força Sindical, CUT, NCST, CGTB, CSB, CSP Conlutas, CTB, Intersindical, Pública e UGT.
Na sexta-feira (18), sindicatos filiados às centrais estarão nos locais de trabalho para divulgar o protesto do dia seguinte e seus motivos, entre eles as crises econômica, sanitária, política e social.
Os protestos reivindicarão auxílio emergencial de um salário mínimo, programa de emprego e renda, vacinação imediata de toda a população e agenda legislativa das centrais que está no congresso nacional.
Os manifestos nas capitais, grandes e médias cidades serão contra a fome, a carestia, a proposta de emenda constitucional (pec) 32-2020 (reforma administrativa) e pelo ‘fora governo Bolsonaro’.

Abaixo o
imperialismo

As mobilizações de sexta-feira, convocando para sábado, em âmbito nacional, ocorrerão também em terminais de transporte público. Serão assembleias, atos, panfletagens e paralisações pontuais.
Os organizados do movimento de sexta-feira e sábado destacam o respeito a todos os protocolos sanitários para evitar propagação do novo coronavírus e aumento dos casos de covid 19.
Os sindicatos dos servidores de Santos, Guarujá, Praia Grande e São Vicente defenderão também a soberania nacional no protesto local e ostentarão faixas alusivas a outras reivindicações.
Entre elas, reestatização das empresas privatizadas desde o início da ‘nova república’, estatização dos bancos, revogação das reformas trabalhista e previdenciária, ensino público e fim do imperialismo.

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