Na foto, o candidato a prefeito Vicente Cascione (Pros)

Continuam, nesta sexta-feira (23), às 21 horas, as ‘lives’ do sindicato dos servidores estatutários (Sindest) com os candidatos à prefeitura de Santos. Desta vez, com Vicente Cascione (Pros).
Santista, 78 anos, advogado em exercício há 54 anos, escritor, jornalista e professor de direito formado pela faculdade católica de Santos (Unisantos), Cascione tem pós-graduação na USP.
Foi vice-reitor da Unisantos, onde lecionou por mais de três décadas, até tornar-se decano de direito e processo penal. Foi professor de história, geografia e organização social e política brasileira no Colégio Santista.
Cascione foi também professor de legislação aplicada no curso de contabilidade do colégio Tarquínio Silva. E de ética e legislação de imprensa na faculdade de jornalismo da Unisantos.
Foi ainda professor convidado das universidades de Paris Sorbonne, Urbaniana de Roma, John Jay College de Nova Iorque, Coimbra e Lisboa, ambas em Portugal, e Kings College de Londres.

Por duas vezes,
deputado federal

Apresentou teses publicadas nos anais dos congressos internacionais de direito penal e criminologia em Genebra (ONU), Roma, Madri, Belgrado, Budapest, Viena, Cairo e Hamburgo.
Presidiu a banca de exame da ordem dos advogados do Brasil em São Paulo. Foi advogado da associação comercial de santos. É membro do IAB (instituto dos advogados brasileiros).
Foi membro do grupo de trabalho do ministério da justiça em 1979, para estudo da violência e criminalidade. Foi assessor jurídico convidado oficial da assembleia nacional constituinte da constituição de 1988.
Foi deputado federal de 1995 a 1998 e de 2003 a 2007. Foi líder de bancada, vice-líder do governo, vice-presidente da comissão de constituição e justiça e membro titular dessa comissão por oito anos.

‘Prefeitura está quebrada e
salários correm risco’, disse Villela

Na terça-feira (20), o candidato João Villela (Novo) disse que a prefeitura “está quebrada” e que “por isso tirou dinheiro de vocês, servidores. Está chegando ao ponto de não poder pagar os salários”.
Segundo ele, o calote salarial “era para ter ocorrido em setembro, o que só não aconteceu porque vieram verbas do governo federal”. O candidato disse que o funcionalismo enfrenta dificuldades.
O presidente do Sindest, Fábio Marcelo Pimentel, concordou com o candidato e disse que os servidores estão comprando até papel higiênico, que não é fornecido em várias repartições.

Lamentando os
513 comissionados

Villela garantiu que, eleito, governará em parceria com o funcionalismo. Para ele, os sindicatos estão na base do regime democrático. Afirmou que erradicará o desperdício, os privilégios e a burocracia.
Empresário lojista, professor e advogado, 49 anos de idade, ele trabalhou na usina de asfalto da Prodesan, durante as gestões da prefeita Telma de Souza e David Capistrano, ambos do PT.
Questionou as organizações sociais que administram serviços públicos, lamentou que haja 513 comissionados na prefeitura e declarou-se orgulhoso por nunca ter sofrido uma ação trabalhista sequer.

Contra
Rogério Santos

As ‘lives’ do Sindest com os candidatos começaram em 4 de setembro e por ela já passaram Thiago Andrade (PCdoB), Douglas Martins (PT), Antônio Carlos ‘Banha’ Joaquim (MDB), Tanah Corrêa (Cidadania), Moysés Fernandes (PV) e Bayard Umbuzeiro (PTB).
Fábio Pimentel diz que todos os candidatos foram convidados, menos o do PSDB, Rogério Santos, porque, segundo ele, o prefeito Paulo Barbosa, do mesmo partido, “não cumpriu palavras empenhadas com a categoria”.

Próximos
convidados

Na terça-feira (27), será a vez do delegado Romano (DC). No dia 30, Márcio Aurélio (PDT). E, finalizando o ciclo, em 3 de novembro, Ivan Sartori (PSD).

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