União sindical
dos servidores
Baixada santista e litoral

Bateu, levou
O mal da reforma,
o bem da unidade

Neste começo de luta, são apenas sete sindicatos, mas a ideia é ampliar o número para dezenas

Há males que vêm pra bem. A reforma administrativa proposta pelo governo Bolsonaro é o mal. Mas ela resultou no bem da unidade inicial de sete sindicatos de servidores da nossa região.
A reforma tira direitos do funcionalismo federal, estadual e municipal, sem mexer, entretanto, nas benesses de juízes, políticos e outros funcionários privilegiados do estado brasileiro.
Ela não prejudica apenas os servidores de baixo, aqueles que ganham mal e atendem a população nos postos de saúde, escolas, delegacias de polícia e outras repartições.
A reforma desgraça também o povo que utiliza esses e outros serviços que são de obrigação do estado. Ela desmantela o atendimento àqueles que não podem pagar por suporte privado.
Num primeiro momento, os sete sindicatos de Santos, Guarujá, Praia Grande, Cubatão, São Vicente (servidores e professores) e Mongaguá começaram a visitar as câmaras municipais.
Eles querem ampliar o número de sindicatos participantes, inclusive dos servidores estaduais e federais, e também dos trabalhadores da indústria, transporte, comércio, serviços etc.
E, além de visitar os legislativos, procurar ainda outras entidades e movimentos populares, como sociedades de bairros, clubes, associações profissionais, partidos e tudo que representa o povo.
A você, que estará constantemente informado, por nossos panfletos em papel e digitalizados, nas redes sociais, pedimos que participe dessa luta do bem contra o mal.

Baixada santista
Servidores agora
unidos para lutar

Sindicatos articulam seminário regional para o final de outubro

Antes da audiência com o presidente da câmara de vereadores de Guarujá, Edilson Dias (PT), quando pediram apoio à luta contra a reforma administrativa, os sindicatos se reuniram em Praia Grande.
“Este é um momento histórico”, diz o presidente do sindicato de Guarujá, Zoel Garcia Siqueira. “Nunca antes houve uma unidade sindical dos servidores como agora. E ela tende a aumentar daqui em diante”.
“Queremos ser ouvidos para esclarecer as mentiras que o governo propaga sobre a reforma”, pondera Zoel. “Nossa preocupação é cidadã. Visa a manutenção de um estado prestador de serviços”
O presidente do sindicato dos estatutários de Santos, Fábio Marcelo Pimentel, diz que, sem a estabilidade dos servidores, o serviço público “ficará a mercê da ingerência dos governos”.
O presidente do sindicato de Praia Grande, Adriano Roberto Lopes da Silva ‘Pixoxó’, lamenta que os benefícios “nunca são tirados de cima para baixo, mas sempre de baixo para cima, ou seja, do trabalhador”.

Reforma
é um crime

O presidente do sindicato de São Vicente, Edson Ramos Paixão, condena o desmonte do serviço público, lembrando que o cidadão infelizmente não compreende essa realidade.
O presidente do sindicato de Cubatão, Jorge Daniel Santos, diz que os sindicalistas têm se mostrado unidos para servir de exemplo às suas categorias, que também devem se unir, nos locais de trabalho.
A presidenta do sindicato de Mongaguá, Alvina Rodrigues Meira, critica as seguidas ações do governo contra os servidores municipais, estaduais e federais.
O presidente do sindicato dos trabalhadores no magistério e na educação municipal de São Vicente (Sintramem), Roberto Ciccarelli Filho, diz que a reforma “é um crime”.

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