Na foto, representantes de sete sindicatos, quarta-feira passada, diante do legislativo

Presidentes e diretores de sete sindicatos de servidores municipais da baixada santista e litoral retornarão à câmara dos vereadores de Guarujá, às 17 horas desta terça-feira (6), para tratar da reforma administrativa.
Na quarta-feira passada (30), eles estiveram com o presidente da casa, Edilson Dias (PT), que na sessão desta terça apresentará moção de repúdio ao projeto do governo federal.
No dia 16, a audiência será com o presidente da câmara de Praia Grande, Ednaldo dos Santos Passos (PSDB), agendada pelo presidente do sindicato local, Adriano Roberto Lopes da Silva ‘Pixoxó’.
Segundo o presidente do sindicato de Guarujá, Zoel Garcia Siqueira, que marcou a reunião com Edilson, a moção de repúdio à reforma é fundamental à luta dos servidores.
“Se todas as câmaras municipais do Brasil, ou pelo menos a grande maioria, tomarem medidas como essa, certamente haverá enorme pressão sobre o congresso nacional”, diz o sindicalista.
Em entrevista ao jornalista Marcelo Castilho, no programa ‘Rotativa no ar’, da rádio Guarujá, nesta segunda-feira (5), o presidente do sindicato de Santos, Fábio Marcelo Pimentel, falou sobre o congresso nacional.
Segundo o sindicalista, a reforma deverá ser apreciada e votada pelos deputados e senadores somente após as eleições municipais de novembro, “porque não querem se indispor com o eleitorado”.

Seminário no
final de outubro

Fábio, Zoel e Pixoxó pretendem ampliar o grupo de sindicalistas integrantes do movimento, que já conta com representantes também de São Vicente, Cubatão e Mongaguá.
No final do mês, haverá um seminário regional para tratar do assunto e, segundo eles, partir para a mobilização propriamente dita dos servidores, em seus locais de trabalho.
Da audiência desta terça, participarão também os presidentes dos sindicatos de São Vicente, Edson Ramos Paixão e Roberto Ciccarelli Filho, Cubatão, Jorge Daniel Santos, e Mongaguá, Alvina Rodrigues Meira.
Os dirigentes explicam que a reforma não prejudicará apenas o funcionalismo, caso aprovada, mas também os serviços públicos prestados à população, principalmente na saúde, educação e segurança.

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