Na foto, Thiago Andrade, primeiro convidado do sindicato dos servidores para seguidas ‘lives’ no Facebook

A falta de soberania nacional e popular, aliadas ao desmonte do desenvolvimento industrial, são os maiores problemas do Brasil. E têm reflexos na vida do funcionalismo municipal, estadual e federal.
A opinião é do pré-candidato a prefeito de Santos pelo PCdoB, Thiago Andrade, primeiro convidado para as ‘lives’ do Sindest, no Facebook, referentes à eleição majoritária de novembro.
Sindest é o sindicato dos servidores estatutários de Santos e as ‘lives’ ocorrem sempre às 21 horas de sexta-feira. Na próxima, o convidado será Douglas Martins (PT).
Para Thiago, que foi questionado por diretores do sindicato, servidores e também por espectadores alheios ao funcionalismo, a falta de soberania nacional afeta os servidores e toda a população.
Segundo ele, esse problema, aliado à especulação financeira e à desindustrialização, empobrecem o país, desmontam o estado, diminuem salários e tornam precária a vida dos brasileiros.

Respeito ao
funcionalismo

Produtor de eventos, 35 anos de idade, morador no Marapé, filho de portuário e filiado ao partido comunista desde a juventude secundarista, Thiago tem visão ampliada sobre a política municipal.
Apesar de entender que a administração das cidades tem a ver com a política nacional, o candidato defende propostas específicas para Santos, entre elas o que chama de respeito ao funcionalismo.
Por respeito, ele entende, por exemplo, cumprimento dos acordos coletivos de trabalho, predicado que, segundo Fábio Pimentel, presidente do Sindest, o atual prefeito, Paulo Barbosa (PSDB), não tem.

Dialogar
e negociar

“O prefeito precisa dialogar e negociar seguidamente com o funcionalismo”, disse Thiago. “Não apenas sobre salários e condições de trabalho, mas também sobre temas de interesse da população”.
“A construção de um serviço público de qualidade é indispensável, assim como o respeito à data-base da categoria e acordos que contemplem a potencialidade dos trabalhadores municipais”, disse o entrevistado.
Ele defendeu a utilização de novas tecnologias no exercício do serviço público, além de condições dignas de trabalho e infraestrutura adequada ao atendimento dos usuários.
Thiago assumiu compromisso com a saúde do servidor e disse que, se eleito, fará um estudo profundo da situação financeira da Capep, de atendimento médico e hospitalar da categoria.
“Vamos abrir essa caixa-preta e providenciar que sua administração vá além dos conselhos administrativo e fiscal”, anunciou o candidato, ressaltando o compromisso com a saúde dos trabalhadores.

Saúde e
aposentadoria

Ele criticou a prefeitura por suspender sua contribuição de R$ 4 milhões por mês ao Iprev, o instituto de previdência municipal. E lamentou o reajuste da alíquota dos servidores de 12% para 14%.
Thiago condenou a reforma administrativa do governo Bolsonaro, dizendo que ela “não combate os verdadeiros privilégios de uma casta, precariza o serviço público e joga a população contra os servidores”.
Após a participação do petista Douglas Martins, será a vez do emedebista Antônio Carlos Banha Joaquim (MDB) e de Tanah Corrêa, do partido Cidadania.

Próximos
convidados

Serão também convidados os candidatos Ariovaldo Feliciano (Republicanos), Bayard Umbuzeiro (PTB), Carlos Alberto de Sá Romano (DC), Carlos Paz (Avante), Décio Couto Clemente (Pros), Guilherme Prado (PSol), Ivan Sartori (PSD), João Villela (Novo), Luiz Fernando Lobão (PTC), Luiz Xavier (PSTU), Marcelo Coelho (PRTB), Márcio Aurélio Soares (PDT), Moysés Fernandes (PV) e Rogério Santos (PSDB).

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