Na foto, faixas, na sede do sindicato, alusivas à campanha de três segmentos do funcionalismo

Os trabalhadores nos três cemitérios de Santos, os operadores sociais de lares-abrigos e os agentes de zoonoses participarão de assembleia do Sindest, nesta terça-feira (5), às 19 horas.
Sindest é o sindicato dos servidores estatutários municipais que notificou o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) exigindo que cumpra integralmente o acordo coletivo de trabalho deste ano.
Seu presidente, Fábio Marcelo Pimentel, que assinou a notificação, terá negociação com o prefeito, às 15 horas desta terça-feira, e levará o resultado à assembleia.

Histórico
No desfecho da campanha salarial da data-base de fevereiro, o prefeito comprometeu-se a gratificar os três segmentos por meio de projetos de leis, o que ainda não fez.
Diante da notificação, aprovada em assembleia na quinta-feira retrasada (24), junto com outras atividades de mobilização, ele resolveu convocar o sindicato para a negociação desta semana.
A assembleia, segundo Fábio, caso a resposta de Paulo Alexandre seja negativa, decidirá se mantém um protesto já marcado para quinta-feira (7), diante do paço municipal.

Paralisações
Se o prefeito permanecer irredutível mesmo diante do ato público, a categoria deflagrará paralisações, que poderão ser, segundo o sindicalista, de horas ou dias inteiros.
Fábio ressalta que essas medidas dependerão da assembleia. Outra, porém, de caráter judicial, já está aprovada, que é uma ação de mora para aplicação integral do acordo coletivo.
A diretoria do sindicato já iniciou uma panfletagem, nos locais de trabalho, onde afixou faixas, na sexta-feira (1º), anunciando a assembleia e o protesto.
Nesta segunda-feira (4), um carro de som da federação da categoria (Fupesp) passou a divulgar as atividades. O sindicalista diz que “o movimento tem tudo para ser vitorioso”.

Valores das
gratificações

Segundo o presidente do Sindest, a gratificação do pessoal dos cemitérios Paquetá, Filosofia e Areia Branca seria de R$ 600. “Essa expectativa se arrasta há anos”.
Os operadores sociais das casas municipais de acolhimento da população pobre também aguardam há anos, segundo o sindicalista, uma gratificação de R$ 500.
E os agentes de zoonoses “estão cansados de esperar, também por anos a fio”, o reenquadramento do nível ‘g’ para nível ‘i’, “aumentando um pouco seus baixos salários”.

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