Se a câmara municipal é o poder fiscalizador do executivo, os vereadores devem pressionar o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) a respeitar a data-base do funcionalismo.
Com base nesse raciocínio, a assembleia do sindicato dos servidores estatutários municipais de Santos (Sindest) decidiu, na noite de terça-feira (29), protocolar representação na câmara e mobilizar a categoria.
“Apesar da maioria dos vereadores ser base de sustentação do governo”, diz o presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel, “nem todos compactuam com o descaso em relação aos trabalhadores públicos”.
A assembleia analisou a falta de resposta da prefeitura às reivindicações da campanha salarial, aprovadas e encaminhadas para negociação na primeira quinzena de novembro.
E decidiu, além de procurar os vereadores, investir na mobilização da categoria. Para isso, a diretoria convocará nova assembleia, provavelmente na semana que vem.
As 46 reivindicações foram aprovadas em 13 de novembro e prontamente enviadas à prefeitura. Os 12 mil servidores admitidos e concurso público e 5.600 aposentados têm data-base em fevereiro.
Os principais pontos são aumento real de 10% acima da inflação anual, cesta básica de R$ 500, com reajuste mensal, 30 vales-refeições de R$ 35 e abono de férias de 100% da remuneração.

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