Na tarde desta terça-feira, Sindest cobrou, do secretário municipal de
gestão, imediata reabertura do atendimento pleno

A prefeitura pagará em três vezes os R$ 7 milhões que deve à caixa de
assistência ao servidor público municipal de Santos (Capep). E pagará em dia
as mensalidades futuras.
Foi o que garantiu o secretário municipal de gestão, Carlos Teixeira Filho
‘Cacá’, a diretores do sindicato dos servidores estatutários municipais
(Sindest), na tarde desta terça-feira (30).
Em reunião requerida pelo presidente do sindicato, Fábio Marcelo Pimentel, o
secretário-geral Antônio Carlos Prado e o diretor social Josias Aparecido da
Silva pressionaram Cacá.
“Queremos a imediata reabertura do atendimento em todos os hospitais,
clínicas e consultórios credenciados”, exigiu Prado. Josias fez a mesma
cobrança: “A categoria não merece o desrespeito”.
O secretário municipal informou aos sindicalistas que a primeira parcela da
dívida, de R$ 2 milhões e 200 mil, foi quitada nesta segunda-feira (29).
Cacá e o secretário municipal de finanças, Maurício Franco, também presente,
garantiram que, em novembro, a segunda parcela, de R$ 2 milhões e 500 mil,
será paga junto com o repasse do mês.
Em dezembro, segundo eles, a prefeitura adotará o mesmo procedimento. Os
sindicalistas reivindicaram que a prefeitura repasse mais 0,5% sobre os 4%
da folha salarial que paga mensalmente à caixa.

Demissão do
presidente Eustázio
Pressionado pelo sindicato, Cacá anunciou também a destituição do presidente
da Capep, Eustázio Alves Pereira. E disse que o substituto será apresentado
nesta quarta-feira (31).
Fábio Pimentel, que não participou da reunião por compromisso previamente
assumido para o mesmo horário, considera as medidas “paliativas, mas
importantes”.
Fábio sugere que o novo presidente da autarquia “ouça bastante o sindicato,
os servidores, os conselhos administrativo e financeiro da caixa, evitando
os erros irresponsáveis de Eustázio”.
“O desleixo chegou a tal ponto que ele (Eustázio) sequer cobrou oficialmente
a dívida da prefeitura”, pondera Fábio. “Não fosse o sindicato e a
categoria, a caixa já estaria fechada”.

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