Na foto, presidente do Sindest, Fábio Pimentel, que pedirá ‘cev’ à câmara municipal
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Nestes três últimos meses de 2018, os 13 mil servidores da ativa, aposentados e seus dependentes, aproximadamente 26 mil vidas, poderão ficar paulatinamente sem atendimento à saúde.
Isso porque a Capep, caixa de assistência ao servidor público municipal, mantida pela prefeitura e funcionalismo, com desconto nos holerites, deve R$ 18 milhões a hospitais e clínicas conveniadas.
Há poucos dias, o hospital Frei Galvão suspendeu o atendimento à categoria. A Beneficência Portuguesa poderá agir da mesma forma nos próximos dias. E a Santa Casa, em meados de novembro.
Diante da grave situação, o presidente do sindicato dos servidores estatutários municipais (Sindest), Fábio Marcelo Pimentel, levará o caso ao ministério público estadual na semana que vem.
Além disso, o sindicalista participará de audiência pública da câmara municipal, no dia 31, para requerer uma comissão especial de vereadores (cev) sobre o problema.
“Podemos alegar até extorsão, pois a prefeitura desconta dos trabalhadores a mensalidade da Capep e não repassa o dinheiro à autarquia”, diz Fábio.
Na manhã desta sexta-feira (19), o diretor do sindicato e conselheiro administrativo da Capep, Josias Aparecido da Silva, soube que a prefeitura deixou de repassar, neste mês, R$ 3 milhões à Capep.
O repasse deveria ter sido feito na quarta-feira da semana passada (10), conforme revelado na reunião do conselho administrativo iniciada às 9 horas desta sexta-feira (19).
A dívida, segundo ele, é de R$ 7 milhões. “O pior é que não há previsão orçamentária nem para parcelamento do montante. Queremos que o ministério público descubra onde está o dinheiro”.

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