Assim que tiver uma resposta sobre as reivindicações, diretoria do sindicato convocará assembleia
.
No encerramento da campanha salarial de 2018, a prefeitura garantiu novas negociações sobre demandas pendentes das várias categorias profissionais de seu quadro de estatutários.
Aceitamos então o reajuste salarial acumulado de 3,02%. A primeira parcela, de 2%, retroativa a fevereiro, foi paga em abril.
A segunda, de 1%, será paga em julho. O total ficou em 0,34% acima da inflação. Obtivemos também 3% no vale refeição, que passou de R$ 422,40 para R$ 435,16. A cesta básica teve quase 9% de aumento e foi para R$ 280, extensiva aos aposentados que ganham até quatro salários mínimos.
Passados dois meses do encerramento da primeira parte da campanha salarial, voltamos à mesa com a prefeitura. E o que ouvimos, na primeira e única reunião até agora, é que não tem dinheiro.
Como não tem dinheiro? O orçamento municipal para 2018 é de R$ 2 bilhões e 600 milhões! Aonde vai esse dinheiro todo? Na educação, saúde e assistência social, como diz o prefeito.
Não pode ser. As escolas estão em petição de miséria, com professores e demais profissionais ganhando salários aviltantes. Os prédios e as merendas são vergonhosos, para uma cidade do porte da nossa.
Na saúde? Só rindo. Converse com qualquer usuário ou profissional do sistema, por sinal pessimamente remunerado. Os relatos serão da proximidade com o inferno.
Assistência social? Hahahahahaha. Visite os equipamentos do setor e conheça as condições de trabalho dos servidores lotados nesses locais. Melhor rir, para não chorar.
Então, onde está o dinheiro? O que não faltam são especulações, umas plausíveis, outras nem tanto. Para evitar ações judiciais, vamos nos abster de comentários

Siga e Compartilhe
0

Sem Comentários

Você pode postar primeiro comentário resposta.

Deixe Um Comentário

Por favor, insira seu nome. Digite um endereço de e-mail válido. Digite uma mensagem.