As 81 escolas municipais de Santos estão caindo pelas tabelas, completamente deterioradas, sem manutenção, goteiras, entupimentos e vazamentos pra todos os lados.
Pombos e ratos chegam a comer e evacuar na merenda, colocando em risco a saúde dos alunos e profissionais lotados nos estabelecimentos em toda a cidade, inclusive na área continental.
As condições de trabalho das professoras, coordenadoras, supervisoras, serventes, merendeiras e outros profissionais são péssimas, como se não bastassem os salários de fome.
As merendas, então, são uma vergonha para uma cidade do porte de Santos. Quando falta um produto numa escola, vão buscar em outra. O remanejamento é diário.
As geladeiras e freezers vivem desguarnecidos. Falta carne, frango, arroz, feijão, leite… Na primeira semana de junho, na escola Cidade de Santos, o ovo foi a proteína de três dias seguidos.
Há também falta de merendeiras. As que têm restrições por problemas de saúde muitas vezes são obrigadas a carregar peso além da sua capacidade física.
O Sindest já comunicou o problema à prefeitura várias vezes, mas nenhuma providência foi adotada. Vamos tornar público o problema, mandando sugestões de pauta à imprensa.
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